Golaço ou gol contra? A maior polêmica da Copa do Mundo na África do Sul até o momento ainda não tem uma conclusão. Para alguns, a bola oficial do evento, denominada Jabulani (“celebração”, em zulu), representa uma notável evolução do ponto de vista tecnológico. Para outros, o resultado deixou a desejar.
O atacante Luis Fabiano, da Seleção Brasileira, criticou. O goleiro Júlio César chamou de “bola de supermercado”. Fernando Torres, atacante espanhol, também falou mal. Kaká está entre os que elogiaram.
As maiores críticas foram com relação aos movimentos imprevisíveis, promovidos pela resposta aerodinâmica da nova redonda, especialmente nos chutes mais fortes. Na primeira rodada, com o baixo número de gols, a reclamação foi ainda maior. Mas no fim da primeira fase da Copa, os gols voltaram. Portugal enfiou sete na Coreia do Norte. O próprio Luis Fabiano marcou dois contra a Costa do Marfim.
Para o fabricante, a Adidas, a bola representa um avanço. Mas o próprio presidente da empresa, Herbert Hainer, reconheceu que é preciso um certo tempo para se acostumar com a Jabulani, por ser “mais aerodinâmica e mais rápida”.
Pesquisadores da Nasa, a agência espacial norte-americana, e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), decidiram avaliar o comportamento da Jabulani.
No Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia, foram feitos testes para comparar a bola com a usada na Copa de 2006 na Alemanha, a Teamgeist (“espírito de equipe”). A Teamgeist, no lugar dos hexágonos costurados das bolas tradicionais, tinha oito painéis fundidos por um processo térmico, que elimina a necessidade de costura, mesmo interna, entre eles. A Jabulani tem 14 painéis e ganhou sulcos aerodinâmicos.
A conclusão da Nasa é que com a Jabulani os jogadores não deverão ter melhor controle do que com a Teamgeist. “É bem óbvio. O que estamos vendo é um efeito knuckle-ball”, disse Rabi Mehta, engenheiro aeroespacial no centro Ames. Knuckle-ball é um arremesso no beisebol no qual a bola não é segura com os dedos, mas sim com seus nós, resultando em movimento com acentuada curva e imprevisível para o rebatedor.
Segundo Mehta, quando a Jabulani se desloca em velocidade elevada, o ar próximo à superfície é afetado pela sua superfície, resultando em um fluxo assimétrico. Essa assimetria cria forças laterais que podem resultar em mudanças súbitas no percurso. De acordo com o cientista, a Jabulani tende a assumir o efeito knuckle ao superar os 75 km/h, o que corresponde a um chute forte.
Outro ponto a se considerar, segundo Mehta, é que vários dos estádios em que ocorrem os jogos na Copa da África do Sul estão em altitude elevada (Joanesburgo, por exemplo, fica a cerca de 1.600 metros do nível do mar). “Isso afeta a aerodinâmica da bola, uma vez que a densidade do ar é menor. Em altitudes altas, a bola tende a se deslocar mais rapidamente, com menos empuxo”, disse.
Maior arrasto
Os pesquisadores Gilder Nader e Antonio Luiz Pacífico, do Laboratório de Vazão do IPT, realizaram testes no túnel de vento atmosférico do instituto com bolas de torneios oficiais de futebol.
Foram testadas as bolas do campeonato Paulista e Brasileiro deste ano e das copas de 2006 e 2010. Os testes foram encomendados pela Rede Globo. Segundo Nader, foram feitas medições com visualização do escoamento de ar em volta de cada bola. Para isto foi utilizado o sistema PIV (“Particle Image Velocimetry”) com emprego de raios laser.
“Verificamos que a bola do Campeonato Brasileiro, por exemplo, com superfície mais rugosa, do tipo clássico, tem coeficiente de arrasto (resistência ao ar) mais baixo e bom deslocamento. As bolas das Copas apresentaram um ‘descolamento’ mais rápido e maior coeficiente de arrasto”, disse.
Ao ser chutada, a bola ganha uma velocidade inicial que vai diminuindo até que, em um determinado momento, atinge o chamado “ponto de crise de arrasto”, explicou Gilder.
“É quando ela faz uma curva. Com a bola do ‘Brasileirão’, esse ponto demorou mais para ser alcançado, em uma velocidade de aproximadamente 13 metros por segundo. A Jabulani atinge esse ponto e faz a curva bem antes, em uma velocidade que ainda vamos medir com exatidão”, disse.
As bolas de futebol evoluem constantemente, com as grandes novidades surgindo justamente em cada Copa do Mundo. As atuais, e não apenas a Jabulani, são muito diferentes das usadas há meio século. Na Copa da Suécia, em 1958, por exemplo, a bola era de couro curtido, chamada de “capotão”, pesada e que se encharcava em dias chuvosos, dificultando a precisão dos chutes.
Mas isso, claro, não impediu que o Brasil fosse campeão nem que um certo garoto apelidado de Pelé, então com 17 anos, assombrasse o mundo com momentos antológicos, como o gol na final, em que deu um lençol no zagueiro sueco e chutou a bola ainda no ar para o fundo das redes e da história. Mostrou que craque que é craque dá show com qualquer bola. E isso o mundo já está vendo na Copa da África do Sul, independentemente das polêmicas da bola.
sábado, 26 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Bodyboarding no Farol de São Tomé
A Fundação Municipal de Esportes (FME) trabalha para que Campos possa sediar a etapa brasileira do campeonato mundial de Bodyboarding. A FME pretende realizar o evento na praia do Farol de São Tomé nos dias 23, 24 e 25 de julho pela etapa do Campeonato Brasileiro
O diretor de Esportes Radicais da FME, Romeu Lins, tem acompnhado de perto o desempenho do atleta campista Bruno Invick. No início da semana as datas foram confirmadas e o evento terá início poucos dias depois da Copa do Mundo.
Com a confirmação da etapa em Campos, os maiores e melhores atletas da modalidade estarão na praia campista já que a etapa contará pontos para o ranking nacional, além de uma possível premiação em dinheiro. “Estávamos tentando trazer esta etapa pois vamos levar atividades para o Farol de São Tomé durante todo o ano, essa foi a promessa da nossa administração e assim está acontecendo”, destacou Menezes que fechou as negociações com o Presidente da Federação de Bodyboarding do Rio de Janeiro, Edimar Resende.
Fonte: Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
O diretor de Esportes Radicais da FME, Romeu Lins, tem acompnhado de perto o desempenho do atleta campista Bruno Invick. No início da semana as datas foram confirmadas e o evento terá início poucos dias depois da Copa do Mundo.
Com a confirmação da etapa em Campos, os maiores e melhores atletas da modalidade estarão na praia campista já que a etapa contará pontos para o ranking nacional, além de uma possível premiação em dinheiro. “Estávamos tentando trazer esta etapa pois vamos levar atividades para o Farol de São Tomé durante todo o ano, essa foi a promessa da nossa administração e assim está acontecendo”, destacou Menezes que fechou as negociações com o Presidente da Federação de Bodyboarding do Rio de Janeiro, Edimar Resende.
Fonte: Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes
terça-feira, 25 de maio de 2010
Sheila Melo e Fernando Scherer no Farol de São Tomé
Quem fez a festa na entrega de prêmios da 1ª Gincana Universitária, na praia do Farol de São Tomé, neste domingo (23), foi a ex-dançarina Sheila Melo e o nadador Fernando Scherer, o Xuxa. O casal, esbanjando simpatia, classificou o evento como dos mais saudáveis. “Essa interação é muito boa para os jovens e, aqui, o clima é de paz”, afirmam.
A mesma opinião sobre a gincana teve a banda do Natiruts, que se apresentou no Lagamar para um público recorde, semelhante ao que participa de outros shows no mesmo local, em época de verão.
A 1ª Gincana Universitária foi promovida pela Fundação Zumbi dos Palmares, Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Fundação de Esportes, com apoio da Revista Planeta Universitária e Caça Lamas Jeep Club.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
A mesma opinião sobre a gincana teve a banda do Natiruts, que se apresentou no Lagamar para um público recorde, semelhante ao que participa de outros shows no mesmo local, em época de verão.
A 1ª Gincana Universitária foi promovida pela Fundação Zumbi dos Palmares, Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, Fundação de Esportes, com apoio da Revista Planeta Universitária e Caça Lamas Jeep Club.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
UFF Ganha Gincana Universitária do Farol de São Tomé
A 1ª Gincana Universitária, que começou na sexta-feira (21) e terminou neste domingo (23), na praia de Farol de São Tomé, acabou com gosto de quero mais e, devido ao sucesso, com a promessa de que outras também acontecerão. Entre as oito equipes participantes, o primeiro lugar ficou com a Universidade Federal Fluminense (UFF), com 1.910 pontos; em segundo, o Instituto Federal Fluminense (IFF), com 1.900 pontos e o terceiro lugar ficou com a Universidade Estácio de Sá, com 1.360 pontos. A premiação foi feita pelo nadador Fernando Scherer, o Xuxa, e a atriz e ex-dançarina Scheila Melo.
Além das provas ecológicas, sociais, esportivas e culturais, sem contar os shows de Sandro Balli e da Banda Natiruts, o que sobressaiu, na opinião dos organizadores, foi o clima de tranquilidade, sem registro de nenhum incidente. Segundo uma das coordenadoras, a vice-presidente da Fundação Zumbi dos Palmares, Patrícia Cordeiro, a união das equipes tornou a gincana um evento saudável. “Na verdade, todos são vencedores, porque ficou provado que a união faz a força”, disse Patrícia Cordeiro.
Prova disso, acrescenta, foi o número recorde de arrecadação de livros didáticos, mais de três mil exemplares, que serão distribuídos nas redes públicas da cidade, além de toneladas de garrafas Pet, que vão ser recicladas e, ainda, alimentos conseguidos, que serão doados, entre outros. Mas para isso, as equipes tiveram que literalmente suar a camisa e correr atrás.
Os alimentos e os livros foram conseguidos de porta em porta, antes do início da gincana na praia campista, quando elas ainda estavam na cidade. Teve, também, a prova de convencimento, quando as equipes tinham que plantar mudas de árvores frutíferas nas casas de praia, onde foram plantadas mais de 100 mudas de diferentes espécies. Sem contar, as provas de resistência envolvendo muita adrenalina.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
Além das provas ecológicas, sociais, esportivas e culturais, sem contar os shows de Sandro Balli e da Banda Natiruts, o que sobressaiu, na opinião dos organizadores, foi o clima de tranquilidade, sem registro de nenhum incidente. Segundo uma das coordenadoras, a vice-presidente da Fundação Zumbi dos Palmares, Patrícia Cordeiro, a união das equipes tornou a gincana um evento saudável. “Na verdade, todos são vencedores, porque ficou provado que a união faz a força”, disse Patrícia Cordeiro.
Prova disso, acrescenta, foi o número recorde de arrecadação de livros didáticos, mais de três mil exemplares, que serão distribuídos nas redes públicas da cidade, além de toneladas de garrafas Pet, que vão ser recicladas e, ainda, alimentos conseguidos, que serão doados, entre outros. Mas para isso, as equipes tiveram que literalmente suar a camisa e correr atrás.
Os alimentos e os livros foram conseguidos de porta em porta, antes do início da gincana na praia campista, quando elas ainda estavam na cidade. Teve, também, a prova de convencimento, quando as equipes tinham que plantar mudas de árvores frutíferas nas casas de praia, onde foram plantadas mais de 100 mudas de diferentes espécies. Sem contar, as provas de resistência envolvendo muita adrenalina.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
domingo, 9 de maio de 2010
Gincana Universitária no Farol de São Tomé
Ao todo serão 11 equipes de 30 componentes, representadas por cada instituição, na disputa das provas, que também vão permitir que cinco ex-alunos de cada uma delas participem da disputa. O evento vai ter a organização intersecretarias, com apoio da Revista Planeta Universitário e Rede Record.
Segundo o diretor do Departamento de Juventude da Fundação Municipal de Infância e Juventude, Pedro Felipe Andrade, um ônibus custeado pela prefeitura vai estar destinado a cada equipe para o trajeto Campos-Farol. E o camping vai ficar disponível para que as equipes fiquem alojadas durante os três dias do evento. “O objetivo é levar diversão e entretenimento, além de movimentar a praia nesta época do ano”, ressalta o diretor.
A premiação vai ser dada para as três equipes melhores colocadas na soma total de pontos conquistados. Os prêmios para a primeira equipe colocada são troféu, medalhas, R$ 2.000 em livros a serem convertidos para a instituição ou para o diretório acadêmico, 30 passaportes para todos os dias da 51ª Exposição Agropecuária e destaque na capa da Revista Planeta Universitário.
A segunda colocada vai receber medalhas, R$ 1.500 em livros a serem convertidos para a instituição ou para o diretório acadêmico, passeio ecológico no Imbé e Lagoa de Cima com direito a almoço para os integrantes da equipe. É para a terceira colocada, a premiação vai ser medalhas, R$ 1.000 em livros a serem convertidos para a instituição ou para o diretório acadêmico e 30 entradas para um espetáculo no Teatro Trianon.
O evento vai contar com atrações musicais como o cantor Sandro Bali, que promete repetir o sucesso do lual no verão deste ano, e a banda Natiruts. Entre as participações especiais, a dançarina Sheilla Mello e o ex-nadador, Fernando Scherer, o “Xuxa”.
Participarão da Gincana as Faculdades de Direito, Filosofia, Odontologia, Medicina, Universidades Cândido Mendes, Estácio de Sá, Salgado de Oliveira, Federal Fluminense, Estadual Norte Fluminense, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia e Instituto Superior de Ensino Centro Educacional Nossa Senhora Auxiliadora.
Confira a programação da 1ª Gincana Universitária:
21/05 Lagamar
21h Abertura Oficial da Gincana
22h Lual com Sandro Bali
01h Toque de recolher
22/05 Camping
07h Alvorada
08h às 12h Provas
12h às 14h Almoço
14h às 18h Provas
Lagamar
21h Show com Natiruts
01h Toque de recolher
23/05 Camping
07h Alvorada
08h às 12h Provas
12h às 14h Almoço
14h às 16h Apuração dos Pontos
18h Divulgação do resultado e entrega da premiação com a presença de Sheilla Mello e Fernando Scherer “Xuxa”
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
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