Tudo pronto para o Festival de Forró que começa nesta sexta-feira (23), na praia do Farol de São Tomé. O evento, que faz parte do projeto “Farol de todas as estações”, está sendo organizado pela prefeitura e se estende até domingo (25). A abertura ficará por conta do artista local, Zazal, a partir das 20h, no palco montado em frente ao Clube Náutico. Em seguida, se apresenta Dominguinhos, músico consagrado no ramo, e, depois a banda local Forró Carioca.
Confira aqui toda a programação para o Festival de Forró:
Dia 23/7 (sexta) – Palcos frente Náutico:
20:00 h - Zazal
22:00 h – Dominguinhos
23:30 h – Forró Carioca
Dia 24/7 (sábado): À tarde (palco Lagamar):
12:00 h – Catukaí
13:30 h – Alécio Fagundes
15:00 h – Cowboys do Forró
À noite (palcos frente Náutico):
21:00 h – Forró Didoido
23:00 h – Rastapé
01:00 h – Tony e Rael
Dia 25/7 (domingo) – Lagamar:
12:00 h – Sabor de beijo
14:00 h – Bonde do Tempero do forró
Palcos frente Náutico:
17:00 h – Trio Pé de Serra
18:30 h – Trio Forrozão
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
sexta-feira, 23 de julho de 2010
Circuito Brasileiro de Bodyboarding no Farol de São Tomé
Neste final de semana a praia campista do Farol de São Tomé abrigará a etapa do Circuito Brasileiro de Bodyboarding. A partir de sexta-feira (23), os melhores atletas do país partem em busca dos R$ 25 mil oferecidos em prêmios, além de mil pontos no ranking brasileiro.
A primeira etapa do circuito brasileiro conta com a realização da prefeitura e da Fundação Municipal de Esportes. O evento tem organização da União dos Bodyboarders de Campos e São João da Barra e da Confederação Brasileira de Bodyboarding, contando com o apoio da Genesis, Chicri Sports, FreeSurf, A Jóia Nobre, Pepsi e Paipo.
As disputas começarão a acontecer nesta sexta-feira e terminam no domingo (25). Para esta competição, a elite do bodyboarding brasileiro está sendo aguardada pela organização. Além de iniciarem no Farol a busca pelo título brasileiro, eles também correm atrás das vagas na equipe que competirá no ISA Bodyboarding Games 2010.
Nesta semana 15 atletas foram escolhidos para fazer parte da categoria Super Top. Os 15 competidores terão o privilégio de disputar o título nacional, além das duas vagas que estarão em jogo para as disputas do ISA, em dezembro, nas Ilhas Canárias.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
A primeira etapa do circuito brasileiro conta com a realização da prefeitura e da Fundação Municipal de Esportes. O evento tem organização da União dos Bodyboarders de Campos e São João da Barra e da Confederação Brasileira de Bodyboarding, contando com o apoio da Genesis, Chicri Sports, FreeSurf, A Jóia Nobre, Pepsi e Paipo.
As disputas começarão a acontecer nesta sexta-feira e terminam no domingo (25). Para esta competição, a elite do bodyboarding brasileiro está sendo aguardada pela organização. Além de iniciarem no Farol a busca pelo título brasileiro, eles também correm atrás das vagas na equipe que competirá no ISA Bodyboarding Games 2010.
Nesta semana 15 atletas foram escolhidos para fazer parte da categoria Super Top. Os 15 competidores terão o privilégio de disputar o título nacional, além das duas vagas que estarão em jogo para as disputas do ISA, em dezembro, nas Ilhas Canárias.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Complexo Logístico e Industrial Farol-Barra do Furado
A criação de um modelo de gestão para administrar o Complexo Logístico e Industrial Farol de são Tomé-Barra do Furado foi definida nesta quarta-feira (21) durante reunião do Prefeito de Campos, Nelson Nahim, com o Prefeito de Quissamã, Armando Carneiro. O encontro aconteceu na Fundação de Desenvolvimento do Norte Fluminense (Fundenor), onde funciona o gabinete provisório, contando com a participação de secretários dos dois municípios.
Durante a reunião, ainda ficaram definidas outras medidas, como apresentação da Sociedade de Propósito Específico (SPE) na 16ª edição da Rio Oil & Gás, a maior feira do setor de Petróleo, Gás e Biocombustível da América Latina. A Feira Rio Oil & Gas 2010 acontecerá em setembro.
Nesta quarta-feira (21), ainda ficaram definidas a assinatura de um protocolo por Campos e Quissamã, na próxima semana, em Barra do Furado, e a conclusão do processo licitatório para a contratação de empresas pelos dois municípios para a realização da obra de construção do complexo.
As obras do complexo prevêem investimentos totais em torno de R$ 160 milhões, com a prefeitura de Campos sendo responsável por 70% do valor total e a prefeitura de Quissamã pelos 30% restantes.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
Durante a reunião, ainda ficaram definidas outras medidas, como apresentação da Sociedade de Propósito Específico (SPE) na 16ª edição da Rio Oil & Gás, a maior feira do setor de Petróleo, Gás e Biocombustível da América Latina. A Feira Rio Oil & Gas 2010 acontecerá em setembro.
Nesta quarta-feira (21), ainda ficaram definidas a assinatura de um protocolo por Campos e Quissamã, na próxima semana, em Barra do Furado, e a conclusão do processo licitatório para a contratação de empresas pelos dois municípios para a realização da obra de construção do complexo.
As obras do complexo prevêem investimentos totais em torno de R$ 160 milhões, com a prefeitura de Campos sendo responsável por 70% do valor total e a prefeitura de Quissamã pelos 30% restantes.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Festival de Forró do Farol de São Tomé
A praia do Farol de São Thomé será “invadida” pelos forrozeiros no final deste mês. É o Festival de Forró, que será realizado nos dias 23 (sexta-feira), 24 (sábado) e 25 (domingo), e irá reunir, também, ritmos como baião, xaxado e xote com apresentações de artistas e bandas consagradas e diversas atrações locais. Entre as principais atrações, o cantor Dominguinhos.
Segundo a vice-presidente da Fundação Municipal Zumbi dos Palmares e organizadora do evento, Patrícia Cordeiro, é o Farol de todas as estações. “O nosso objetivo é movimentar a única praia campista nas quatro estações do ano. Realizamos a Gincana Universitária no outono, que foi um sucesso; no inverno, será o Festival de Forró e, para a primavera, já estamos organizando outro evento que promete abrilhantar, ainda mais, o Farol de São Tomé”, disse.
De acordo com Patrícia, os artistas se apresentarão em frente ao Náutico e no Lagamar, locais que receberão decoração específica. “Os vendedores ambulantes e os restaurantes estão programando comidas típicas que, certamente, irão agradar a todos”, adiantou a vice-presidente da Fundação Zumbi
O festival começa no dia 23 com o show do instrumentista, cantor e compositor Dominguinhos, a partir das 22h. O artista, quejá cantou com o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, e Orlando Silveira, tem em sua formação musical influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote e jazz. No dia seguinte, às 23h, sobe ao palco a Banda Rastapé e, finalizando o festival, no domingo (25), às 17h, Trio Pé de Serra, e às 18h30, Trio Forrozão. Além desses shows, artista regionais se apresentarão no evento.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
Segundo a vice-presidente da Fundação Municipal Zumbi dos Palmares e organizadora do evento, Patrícia Cordeiro, é o Farol de todas as estações. “O nosso objetivo é movimentar a única praia campista nas quatro estações do ano. Realizamos a Gincana Universitária no outono, que foi um sucesso; no inverno, será o Festival de Forró e, para a primavera, já estamos organizando outro evento que promete abrilhantar, ainda mais, o Farol de São Tomé”, disse.
De acordo com Patrícia, os artistas se apresentarão em frente ao Náutico e no Lagamar, locais que receberão decoração específica. “Os vendedores ambulantes e os restaurantes estão programando comidas típicas que, certamente, irão agradar a todos”, adiantou a vice-presidente da Fundação Zumbi
O festival começa no dia 23 com o show do instrumentista, cantor e compositor Dominguinhos, a partir das 22h. O artista, quejá cantou com o Rei do Baião, Luiz Gonzaga, e Orlando Silveira, tem em sua formação musical influências de baião, bossa nova, choro, forró, xote e jazz. No dia seguinte, às 23h, sobe ao palco a Banda Rastapé e, finalizando o festival, no domingo (25), às 17h, Trio Pé de Serra, e às 18h30, Trio Forrozão. Além desses shows, artista regionais se apresentarão no evento.
Fonte: Prefeitura de Campos dos Goytacazes
sábado, 26 de junho de 2010
NASA analisa Jabulani
Golaço ou gol contra? A maior polêmica da Copa do Mundo na África do Sul até o momento ainda não tem uma conclusão. Para alguns, a bola oficial do evento, denominada Jabulani (“celebração”, em zulu), representa uma notável evolução do ponto de vista tecnológico. Para outros, o resultado deixou a desejar.
O atacante Luis Fabiano, da Seleção Brasileira, criticou. O goleiro Júlio César chamou de “bola de supermercado”. Fernando Torres, atacante espanhol, também falou mal. Kaká está entre os que elogiaram.
As maiores críticas foram com relação aos movimentos imprevisíveis, promovidos pela resposta aerodinâmica da nova redonda, especialmente nos chutes mais fortes. Na primeira rodada, com o baixo número de gols, a reclamação foi ainda maior. Mas no fim da primeira fase da Copa, os gols voltaram. Portugal enfiou sete na Coreia do Norte. O próprio Luis Fabiano marcou dois contra a Costa do Marfim.
Para o fabricante, a Adidas, a bola representa um avanço. Mas o próprio presidente da empresa, Herbert Hainer, reconheceu que é preciso um certo tempo para se acostumar com a Jabulani, por ser “mais aerodinâmica e mais rápida”.
Pesquisadores da Nasa, a agência espacial norte-americana, e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), decidiram avaliar o comportamento da Jabulani.
No Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia, foram feitos testes para comparar a bola com a usada na Copa de 2006 na Alemanha, a Teamgeist (“espírito de equipe”). A Teamgeist, no lugar dos hexágonos costurados das bolas tradicionais, tinha oito painéis fundidos por um processo térmico, que elimina a necessidade de costura, mesmo interna, entre eles. A Jabulani tem 14 painéis e ganhou sulcos aerodinâmicos.
A conclusão da Nasa é que com a Jabulani os jogadores não deverão ter melhor controle do que com a Teamgeist. “É bem óbvio. O que estamos vendo é um efeito knuckle-ball”, disse Rabi Mehta, engenheiro aeroespacial no centro Ames. Knuckle-ball é um arremesso no beisebol no qual a bola não é segura com os dedos, mas sim com seus nós, resultando em movimento com acentuada curva e imprevisível para o rebatedor.
Segundo Mehta, quando a Jabulani se desloca em velocidade elevada, o ar próximo à superfície é afetado pela sua superfície, resultando em um fluxo assimétrico. Essa assimetria cria forças laterais que podem resultar em mudanças súbitas no percurso. De acordo com o cientista, a Jabulani tende a assumir o efeito knuckle ao superar os 75 km/h, o que corresponde a um chute forte.
Outro ponto a se considerar, segundo Mehta, é que vários dos estádios em que ocorrem os jogos na Copa da África do Sul estão em altitude elevada (Joanesburgo, por exemplo, fica a cerca de 1.600 metros do nível do mar). “Isso afeta a aerodinâmica da bola, uma vez que a densidade do ar é menor. Em altitudes altas, a bola tende a se deslocar mais rapidamente, com menos empuxo”, disse.
Maior arrasto
Os pesquisadores Gilder Nader e Antonio Luiz Pacífico, do Laboratório de Vazão do IPT, realizaram testes no túnel de vento atmosférico do instituto com bolas de torneios oficiais de futebol.
Foram testadas as bolas do campeonato Paulista e Brasileiro deste ano e das copas de 2006 e 2010. Os testes foram encomendados pela Rede Globo. Segundo Nader, foram feitas medições com visualização do escoamento de ar em volta de cada bola. Para isto foi utilizado o sistema PIV (“Particle Image Velocimetry”) com emprego de raios laser.
“Verificamos que a bola do Campeonato Brasileiro, por exemplo, com superfície mais rugosa, do tipo clássico, tem coeficiente de arrasto (resistência ao ar) mais baixo e bom deslocamento. As bolas das Copas apresentaram um ‘descolamento’ mais rápido e maior coeficiente de arrasto”, disse.
Ao ser chutada, a bola ganha uma velocidade inicial que vai diminuindo até que, em um determinado momento, atinge o chamado “ponto de crise de arrasto”, explicou Gilder.
“É quando ela faz uma curva. Com a bola do ‘Brasileirão’, esse ponto demorou mais para ser alcançado, em uma velocidade de aproximadamente 13 metros por segundo. A Jabulani atinge esse ponto e faz a curva bem antes, em uma velocidade que ainda vamos medir com exatidão”, disse.
As bolas de futebol evoluem constantemente, com as grandes novidades surgindo justamente em cada Copa do Mundo. As atuais, e não apenas a Jabulani, são muito diferentes das usadas há meio século. Na Copa da Suécia, em 1958, por exemplo, a bola era de couro curtido, chamada de “capotão”, pesada e que se encharcava em dias chuvosos, dificultando a precisão dos chutes.
Mas isso, claro, não impediu que o Brasil fosse campeão nem que um certo garoto apelidado de Pelé, então com 17 anos, assombrasse o mundo com momentos antológicos, como o gol na final, em que deu um lençol no zagueiro sueco e chutou a bola ainda no ar para o fundo das redes e da história. Mostrou que craque que é craque dá show com qualquer bola. E isso o mundo já está vendo na Copa da África do Sul, independentemente das polêmicas da bola.
O atacante Luis Fabiano, da Seleção Brasileira, criticou. O goleiro Júlio César chamou de “bola de supermercado”. Fernando Torres, atacante espanhol, também falou mal. Kaká está entre os que elogiaram.
As maiores críticas foram com relação aos movimentos imprevisíveis, promovidos pela resposta aerodinâmica da nova redonda, especialmente nos chutes mais fortes. Na primeira rodada, com o baixo número de gols, a reclamação foi ainda maior. Mas no fim da primeira fase da Copa, os gols voltaram. Portugal enfiou sete na Coreia do Norte. O próprio Luis Fabiano marcou dois contra a Costa do Marfim.
Para o fabricante, a Adidas, a bola representa um avanço. Mas o próprio presidente da empresa, Herbert Hainer, reconheceu que é preciso um certo tempo para se acostumar com a Jabulani, por ser “mais aerodinâmica e mais rápida”.
Pesquisadores da Nasa, a agência espacial norte-americana, e do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), decidiram avaliar o comportamento da Jabulani.
No Centro de Pesquisa Ames da Nasa, na Califórnia, foram feitos testes para comparar a bola com a usada na Copa de 2006 na Alemanha, a Teamgeist (“espírito de equipe”). A Teamgeist, no lugar dos hexágonos costurados das bolas tradicionais, tinha oito painéis fundidos por um processo térmico, que elimina a necessidade de costura, mesmo interna, entre eles. A Jabulani tem 14 painéis e ganhou sulcos aerodinâmicos.
A conclusão da Nasa é que com a Jabulani os jogadores não deverão ter melhor controle do que com a Teamgeist. “É bem óbvio. O que estamos vendo é um efeito knuckle-ball”, disse Rabi Mehta, engenheiro aeroespacial no centro Ames. Knuckle-ball é um arremesso no beisebol no qual a bola não é segura com os dedos, mas sim com seus nós, resultando em movimento com acentuada curva e imprevisível para o rebatedor.
Segundo Mehta, quando a Jabulani se desloca em velocidade elevada, o ar próximo à superfície é afetado pela sua superfície, resultando em um fluxo assimétrico. Essa assimetria cria forças laterais que podem resultar em mudanças súbitas no percurso. De acordo com o cientista, a Jabulani tende a assumir o efeito knuckle ao superar os 75 km/h, o que corresponde a um chute forte.
Outro ponto a se considerar, segundo Mehta, é que vários dos estádios em que ocorrem os jogos na Copa da África do Sul estão em altitude elevada (Joanesburgo, por exemplo, fica a cerca de 1.600 metros do nível do mar). “Isso afeta a aerodinâmica da bola, uma vez que a densidade do ar é menor. Em altitudes altas, a bola tende a se deslocar mais rapidamente, com menos empuxo”, disse.
Maior arrasto
Os pesquisadores Gilder Nader e Antonio Luiz Pacífico, do Laboratório de Vazão do IPT, realizaram testes no túnel de vento atmosférico do instituto com bolas de torneios oficiais de futebol.
Foram testadas as bolas do campeonato Paulista e Brasileiro deste ano e das copas de 2006 e 2010. Os testes foram encomendados pela Rede Globo. Segundo Nader, foram feitas medições com visualização do escoamento de ar em volta de cada bola. Para isto foi utilizado o sistema PIV (“Particle Image Velocimetry”) com emprego de raios laser.
“Verificamos que a bola do Campeonato Brasileiro, por exemplo, com superfície mais rugosa, do tipo clássico, tem coeficiente de arrasto (resistência ao ar) mais baixo e bom deslocamento. As bolas das Copas apresentaram um ‘descolamento’ mais rápido e maior coeficiente de arrasto”, disse.
Ao ser chutada, a bola ganha uma velocidade inicial que vai diminuindo até que, em um determinado momento, atinge o chamado “ponto de crise de arrasto”, explicou Gilder.
“É quando ela faz uma curva. Com a bola do ‘Brasileirão’, esse ponto demorou mais para ser alcançado, em uma velocidade de aproximadamente 13 metros por segundo. A Jabulani atinge esse ponto e faz a curva bem antes, em uma velocidade que ainda vamos medir com exatidão”, disse.
As bolas de futebol evoluem constantemente, com as grandes novidades surgindo justamente em cada Copa do Mundo. As atuais, e não apenas a Jabulani, são muito diferentes das usadas há meio século. Na Copa da Suécia, em 1958, por exemplo, a bola era de couro curtido, chamada de “capotão”, pesada e que se encharcava em dias chuvosos, dificultando a precisão dos chutes.
Mas isso, claro, não impediu que o Brasil fosse campeão nem que um certo garoto apelidado de Pelé, então com 17 anos, assombrasse o mundo com momentos antológicos, como o gol na final, em que deu um lençol no zagueiro sueco e chutou a bola ainda no ar para o fundo das redes e da história. Mostrou que craque que é craque dá show com qualquer bola. E isso o mundo já está vendo na Copa da África do Sul, independentemente das polêmicas da bola.
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